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Imóveis prontos: como comprar com segurança
Um imóvel pronto permite ver exatamente o que você está comprando e planejar a mudança ou a locação sem esperar uma obra. Veja o que avaliar antes de fechar negócio.
Para quem o imóvel pronto faz mais sentido
O imóvel pronto costuma ser a escolha de quem precisa se mudar em pouco tempo, de quem quer começar a receber aluguel logo após a compra e de quem prefere avaliar acabamento, vista, insolação e vizinhança pessoalmente, em vez de imaginar o resultado a partir de uma planta.
- Você vê o que está comprando: estado de conservação, tamanho real dos cômodos e ruído da rua.
- Uso imediato: depois da escritura e do registro, o imóvel pode ser ocupado ou alugado.
- Custos conhecidos: valor de condomínio e IPTU já existem e podem ser conferidos.
Na visita, observe
- Sinais de infiltração, umidade e trincas em paredes, tetos e áreas molhadas.
- Instalações elétricas e hidráulicas, pressão da água e funcionamento das janelas.
- Áreas comuns, portaria e regras do condomínio, inclusive para animais e reformas.
- O entorno em horários diferentes: trânsito, comércio, transporte e segurança.
Documentos que precisam ser conferidos
Antes de assinar qualquer compromisso, peça a documentação do imóvel e do vendedor. Os itens mais comuns são:
- Matrícula atualizada no Cartório de Registro de Imóveis, que mostra quem é o proprietário e se há penhora, hipoteca ou outro ônus.
- Certidões do vendedor, para verificar ações judiciais ou dívidas que possam atingir o imóvel.
- IPTU e condomínio quitados, com declaração do síndico ou da administradora.
- Regularidade da construção, como o habite-se e a averbação da área construída na matrícula.
A propriedade só passa para o comprador com o registro da escritura ou do contrato na matrícula do imóvel. Na compra também incide o ITBI, imposto municipal cujo valor e forma de cálculo dependem da cidade.
À vista ou financiado
No financiamento bancário, o banco faz a avaliação do imóvel e a análise de crédito do comprador antes de aprovar o valor. O contrato do banco costuma ter força de escritura e é ele que vai a registro. Também é possível, conforme as regras vigentes, usar o FGTS em parte da compra. Vale simular em mais de uma instituição antes de decidir.
Este guia é informativo e não substitui a análise jurídica de cada caso.
Quer ajuda para encontrar o seu?
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